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terça-feira, 12 de março de 2019


Personagem “não pesssoa”

Estava estudando na plataforma Coursera.org. Meu desafio era o curso “Social Psychology”, da Wesleyan University.

Consegui ser aprovada nos testes de cada semana, mas tinha dificuldade com o “Quizz” da semana 7: o último, e que tratava especificamente de termos técnicos da Psicologia Social!

Não havia estudado psicologia formalmente. Tivera apenas uma introdução à Psicologia, na formação pedagógica, e depois a Psicologia Social, como parte da especialização em Educação Ambiental, ambos na Universidade Católica de Petrópolis.

Repetí o teste algumas vezes para me familiarizar com o tipo de questionamento feito. Na minha idéia, tratava-se de entender o significado dos termos em português, e usar a lógica. Conseguia cerca de 60% de acertos, mas precisava de 70%!

Finalmente, cedi à orientação do Professor Scott Plous, e resolví ler o glossário de termos técnicos.
Um deles me impressionou sobremaneira:

Desindividuação: perda de auto-percepção que ocorre quando pessoas não são vistas, ou não se presta atenção a elas como indivíduos (por exemplo, quando elas ficam absortas em um papel que reduz seu senso de individualidade ou responsabilidade, ou quando se tornam parte de uma multidão ou uma turba.

Bom, depois de ler os termos técnicos eu passei no teste! Aha! Conseguí os tais 70%! Nada como estudar com atenção…

Acontece que naquela semana pós-carnaval, eu estava quase pifando, envolvida com muitas pessoas aqui em casa. Vinham alguns rapazes jogar “Role Playing Games” (o famoso RPG) e toda manhã surgiam várias garrafas PET e outros utensílios descartáveis na cozinha. E eles gostam de tudo que é alimento industrializado, daqueles do tipo: comprou, comeu, jogou fora a embalagem…

Acontece que sou “natureba” convicta, costumava me ter na conta de “Educadora Ambiental”, e de repente, me vejo como se fosse um NPC: Non Person Character de algum dos jogos em pauta!

Foi assim que passei a compreender o significado de “Desindividuação”. A pessoa passa a ser apenas um “não-sei-o-que” no ambiente.

É esse o rumo a que nos leva a comunicação em massa?

sábado, 22 de setembro de 2018


O QUE PODEMOS FAZER?

Estou participando de um curso “Hurricanes: What’s next”. https://www.coursera.org/learn/hurricanes-whats-next/home/welcome

É um curso da Universidade de Michigan, oferecido na plataforma coursera.org. Trata-se de um  grupo de estudiosos, compartilhando suas experiências, e questionamentos, através de um sistema de estudos conhecido como MOOC (Massive open online course). 

Abrange largas audiências, busca divulgar e desenvolver informações e ouvir sugestões das mais diversas fontes, em torno do planeta.


O que me tocou o coração foi um “Chamado à ação: O que você vai fazer?”

Referia-se, no caso, ao que cada um de nós pode fazer para ajudar os desalojados pelos furacões.

Quando procurei informações para compartilhar, encontrei um belíssimo poema.  e resolví que o melhor que tenho a fazer é divulgá-lo. Trata-se de um lamento do Rio Doce:

A ÚLTIMA GOTA
Nasci no fundo do tempo 
Tudo que palpita vida...
Nasceu de mim... 
Compadeço da alegria excessiva 
Até a tristeza profunda 
Sou tênue como A gota do orvalho 
Também sou muito forte 
Como o jorro da cachoeira 
Participo em tudo que se movimenta 
Do sangue até as nuvens 
Por isso faço nas veias da terra 
Minha principal manifestação, os rios. 
Onde buscam em mim 
Energia, comida, bebida, lazer... 
E devolvem... 
Parte minha deteriorada e maltratada... 
Estou pensando... 
De onde sairá minha última gota... 
Espero que não seja dos seus olhos, 
Lamentando a minha morte!
MILTON GUAPO
Músico e Escritor


terça-feira, 24 de julho de 2018


Confiança, moralidade e oxitocina:

https://www.ted.com/talks/paul_zak_trust_morality_and_oxytocin?language=en&utm_campaign=tedspread&utm_medium=referral&utm_source=tedcomshare



"What drives our desire to behave morally? Neuroeconomist Paul Zak shows why he believes oxytocin (he calls it "the moral molecule") is responsible for trust, empathy and other feelings that help build a stable society".

O que dirige nosso desejo de nos comportarmos moralmente? O neuroeconomista Paul Zak mostra porque ele acredita que a oxitocina ( ele a chama de "a molécula moral") seja responsável por confiança, empatia e outros sentimentos que ajudam a construir uma sociedade estável. 

sábado, 10 de março de 2018




Verdes Ares:

As cidades com infindáveis paredes de concreto, o calor que não ventila, as águas que não escoam.

Onde haverá uma árvore? Sua sombra refrescante, suas raízes ajudando a escoar a água…

Tenho procurado desenvolver a horta caseira, algumas plantinhas crescem na janela da cozinha, tenho até um pequeno “bonsai” de boldo! É bom para ter ervinhas frescas, como o coentro.

Fico fascinada quando vejo que algumas cidades estão desenvolvendo seus jardins verticais.
Encontrei algumas ideias interessantes, aí vai o endereço, como sugestão para os mais audazes!



sexta-feira, 9 de março de 2018


A respeito da atuação das árvores no meio ambiente:

O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), Lei Federal n.º 9985 de 2000 (BRASIL, 2000), além das unidades de proteção integral, contempla as unidades de uso sustentável. Nestas se permite a ocupação dos espaços territoriais pelo homem, de forma regulada e sujeita a normas, de modo a tornar compatíveis as atividades econômicas e a proteção ambiental.

[...]Nas Unidades de Conservação de Uso Direto ou Sustentável, se incluem as Áreas de Proteção Ambiental, APAs. A primeira criada no Brasil foi a APA Petrópolis, Decreto n.º 87.561 de 13 de setembro de 1982, que visava a proteção da Bacia do Rio Paraíba do Sul. 

[...] Abriga uma das primeiras cidades planejadas do país, situada na Mata Atlântica, cuja belíssima paisagem é entrecortada por rios onde se destaca o rio Piabanha. “Alí foram abertas as primeiras vias, fundamentais para o processo de colonização do país [...] (VALVERDE, 2002, P. 26). 

O clima tropical de altitude, com chuvas típicas, favorece a manutenção das árvores, que além de embelezar as vias e fornecer sombra, abrigam a fauna, e fixam poeira e gases do ar. Reduzem a canalização do vento e, retendo umidade do solo e do ar, melhoram o micro-clima. Favorecem a infiltração da água, e melhoram o balanço hídrico com a evapo-transpiração lenta.

Texto extraído da monografia:
ALBUQUERQUE, L.C. Palácio de Cristal e APA Petrópolis: Confluência de Civilização e Natureza. Monografia de conclusão de curso de pós-graduação lato senso para obtenção de grau de Especialista, da Faculdade de Educação da Universidade Católica de Petrópolis, na área de Educação Ambiental.

Citações:
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, SNUC. Lei n.º 9.985, de 18 de julho de 2000. Brasília: MMA/SBF, 2000.

VALVERDE, Y. APA-Petrópolis. In: ________. Desenvolvimento Sustentável em Petrópolis. Petrópolis: Viana & Mosley, 2002. p. 53-62.

domingo, 2 de julho de 2017

Respiração, vitalidade, saúde.

A maioria dos seres vivos precisa de oxigênio para viver. As plantas obtêm oxigênio do gás carbônico através da fotossíntese, e os animais recebem o oxigênio do ar através da respiração.

Os caminhos bioquímicos do processo respiratório fazem parte de um complexo entrelaçado de reações químicas, cujas ramificações atendem às diversas necessidades do organismo. Assim o metabolismo respiratório colabora com a manutenção da saúde do ser vivo.

Ao longo das transformações bioquímicas ocorre a formação de peróxidos, que são substâncias onde existe a ligação -O-O- que é instável, e pode gerar os radicais livres .O-O-R , onde o ponto representa um elétron, e a letra R representa uma ramificação orgânica da molécula. Normalmente os antioxidantes se encarregam de capturar esse elétron, evitando que o radical livre possa interferir com os processos saudáveis do organismo.


Durante o exercício se observa a melhora do processo respiratório, reduzindo a tendência a formar radicais livres. 

A alimentação saudável, com vegetais colhidos recentemente, aumenta o suprimento de antioxidantes para manter a saúde.

  • Por isso mesmo devemos evitar ficar paradinhos em casa, e também evitar de deixar nossos legumes paradinhos na gaveta da geladeira! 
  • É melhor andar um pouco algumas vezes para ir comprá-los. Isso é importante para a saúde de todos, e deve ser especialmente lembrado por nós, os idosos!



domingo, 8 de janeiro de 2017

Dia de Reis:

Quem eram os três reis magos?

De onde teriam vindo para visitar o menino Jesus?

Costumam ser representados como homens idosos, de raças diversas. Sempre pensei que teriam vindo de países distantes uns dos outros, porém as pesquisas indicam que vieram todos do mesmo lugar.

Segundo o pesquisador Pat Remler os magos vieram da Pérsia, ou Irã. Agora percebo que isto é bem lógico, pois os termos "mago e magia" surgiram na Pérsia, terra de Zoroastro. País onde muito se desenvolveram algumas das ciências.

Veja só o quantas coisas estão sendo esclarecidas a seu respeito:




quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Pontos a considerar:

Estava descartando o lixo na cozinha e pensei: como se joga plástico fora! Que desperdício de esforço humano, e de energia proveniente da Terra! Será que algum dia vamos catar sacos plásticos como hoje já se cata latinhas de alumínio? É fato conhecido que a reciclagem das latinhas gera economias para seus consumidores.

E o petróleo? As fontes são infinitas? Às vezes imagino a Terra como uma espécie de ser vivo. Mais ou menos como uma célula, ou um ovo. Na minha imaginação, a clara se assemelha a uma camada protetora, como os oceanos. O núcleo da Terra corresponderia à gema do ovo, onde estão as substâncias de natureza gordurosa. E por aí vai: ainda não imaginei o resto. Encontrei, porém, uma bela comparação da célula eucariótica com o funcionamento de uma cidade (http://kamicleta.blogspot.com.br/2011/09/organelas-celulares-celula-eucariotica.html).

Passando agora do ovo ao urso polar, temos um ser cuja camada gordurosa o protege quando hiberna. Não só fornece energia para o metabolismo, mas a gordura também impede que o urso perca sua energia vital para o frio mundo exterior!  

E a Terra? O núcleo gera sua própria energia, que se propaga até a superfície. Será que, por acaso, as substâncias que contém mais calorias, ou no caso, mais BTU, teriam alguma função como isolante térmico? Estariam, de alguma forma evitando o superaquecimento de algumas áreas da superfície terrestre? Estaríamos nós consumindo partes da camada protetora, que mantém a temperatura na superfície terrestre?!

Bom, não importa, não sabemos viver de outro jeito. Os romanos usavam encanamentos de chumbo e hoje há quem diga que, no longo prazo, sofreram as consequências (https://pt.wikipedia.org/wiki/Chumbo; http://conhecimentohoje.com.br/Recentes711.htm).

Nós usamos encanamentos e tubulações de plástico. O problema teria solução?

Como será a próxima grande civilização neste planeta?


quinta-feira, 10 de março de 2016

Probióticos: alimento e passatempo.

Alimentos probióticos são formados por certos microrganismos ativos, que se estabelecem no aparelho digestivo; aí favorecem o equilíbrio da flora interna e reduzem problemas com colesterol, diarreias e outras doenças. Podemos citar alguns pelo nome dos microrganismos como: Saccharomyces cerevisiae; Lactobacillus acidophillus; Bifidobacterium bifidum; Enterococcus faecium; Lactobacillus plantarum. Podem ser adquiridos no comércio, como alimentos, ou na forma de pó ou capsulas. Há também alguns alimentos fermentados que tem efeitos semelhantes, e cuja técnica de preparo costuma ser transmitida entre amigos: Aluá; Kefir; Coalhada; Fermentação; Fermentação láctica. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Probi%C3%B3tico).

Caso queira se entreter cultivando kefir, encontrei um vídeo que explica de forma simples e fácil de seguir. Além disso fornece o kefir para você iniciar a sua própria cultura em casa (https://www.youtube.com/watch?v=WjO3AFUuVEk).


Estes alimentos fornecem microrganismos que aumentam o valor nutritivo da alimentação, e inibem a proliferação de organismos patogênicos no aparelho digestivo (http://www.senado.gov.br/senado/portaldoservidor/jornal/jornal93/nutricao_saude.aspx).

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Parando para viver:

Neste final de um ano cheio de desafios e controvérsias encontramos um texto que nos ajuda a perceber com mais presença o dia-a-dia da época de festas:

http://www.viverconsciente.com/textos/observar_a_respiracao.pdf

Respirar é preciso!


Boas Festas!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Ciclos e Reciclagem:

A vida ocorre de forma cíclica: luz e sombra, dia e noite, estações do ano, diferenças entre hemisférios norte e sul, as constelações do zodíaco, e as inúmeras possibilidades das características das pessoas.

Ao longo do percurso em nosso ciclo de vida podemos apreciar o nosso crescimento e aprendizado, observar nossos filhos e netos, e aprender mais um pouco com eles. Assim as culturas se desenvolvem, a humanidade aprende as ciências e pratica as religiões.

Algumas das mais complexas áreas de conhecimento, como a economia e a sociologia, observam como os seres humanos aprendem a conviver uns com os outros, e a administrar seus bens.

Atualmente, no afã de produzir sempre mais, estamos encarando a dificuldade para administrar tamanha variedade de produtos.  Nossa Terra se transformou em uma lata de lixo!

Precisamos aprender a planejar a produção de alimentos, bens e utilitários de forma mais integrada.  

Enquanto cada um cuidou apenas do seu interesse, tratava-se de um caso de concorrência no mercado consumidor. Agora é preciso planejar a redução de "sobras" e imaginar uma forma de embalagens com o mínimo possível de desperdício! Como fazer isso?!

Algumas das idéias que surgem para reciclagem, como formas de artesanato, ou de objetos de arte, e mesmo de consumo, parecem atraentes, mas ainda não são satisfatórias!

Qual seria a equipe de um centro de pesquisas para o planejamento e a produção de produtos integrados, desde o solo e a semente, passando pelos implementos  e materiais adicionais, até chegar ao produto final apto a ser reintegrado à terra?


Valerá a pena pensar nisso? Ainda temos tempo? 

sábado, 6 de junho de 2015

Como se mede a acidez dos alimentos?

Vemos muitas referências a alimentos ácidos e menos ácidos. No ocidente há divergências de opinião a respeito das teorias orientais sobre a acidez dos alimentos, e do organismo. 

Em termos de organismos vivos, podemos nos referir à acidez de acordo com o método e a escala de medição. No ocidente, normalmente, nos referimos à "acidez ao indicador de pH", medida em uma solução em água destilada, preparada em laboratório com uma amostra do alimento. No oriente, porém, e especialmente na macrobiótica, a acidez dos alimentos é considerada em função da acidez das cinzas, medida após a calcinação de uma amostra do alimento em laboratório.

Acidez ao indicador: a acidez é uma medida da concentração de íons hidrogênio (H+) em uma solução padronizada. O indicador de acidez mais conhecido é o papel de tornassol: ele assume a cor vermelha ao ser molhado com uma solução ácida, isto é, com pH abaixo de 7, e assume a cor azul ao pH alcalino, que é o pH acima de 7. Assim, o pH 7 é denominado pH neutro, e 7 é o "ponto de viragem" do indicador de tornassol, onde o indicador muda de cor. Há outros indicadores, e equipamentos, que podem indicar o pH com mais minúcias, e em várias faixas de acidez.

Acidez das cinzas: na primeira etapa a amostra de alimento é calcinada. Para tanto é seca em estufa   (a cerca de 110oC) e depois o resíduo é levado a uma mufla, um forno que alcança temperaturas mais altas, trabalhando sempre em condições padronizadas. Na etapa final, uma amostra da cinza obtida é diluída em água destilada, e então se mede a acidez das cinzas.

Qual é a diferença?

A) A acidez ao indicador detecta a presença de ácidos na substância; no caso dos alimentos tratamos, em geral, de ácidos orgânicos produzidos pela natureza, como o ácido cítrico da laranja, ou o ácido ascórbico que é a vitamina C.

A revista Food Ingredients Brasil, No 4, 2008, em artigo sobre Segurança Alimentar, apresenta na pág. 36 uma tabela com faixas de pH de alguns alimentos. Estes são classificados como: de baixa acidez (pH 7,0 a 5,5), média acidez (pH 5,3 a 4,5), ácidos (pH 4,5 a 3,7) e muito ácidos pH (3,7 ou menor)  (http://www.revista-fi.com/materias/54.pdf  < acesso em 06/06/2015>). Essa classificação se refere ao potencial de contaminação por microrganismos, onde o pH de 4,5 ou menor é considerado mais protegido quanto à contaminação microbiana.

B) A acidez  das cinzas detecta o balanço de íons sódio e potássio na solução das cinzas. Quando há predominância de sódio a solução formada fica mais ácida, e quando há predominância de potássio, a solução resultante fica menos ácida. 

Sob este ponto de vista, a acidez resultante deriva dos resíduos deixados pelo alimento após ser digerido. Neste caso mede-se em laboratório o balanço ácido-básico, em miliequivalentes por 100g.  


quarta-feira, 11 de março de 2015

Nossa mente:

 Há alguns meses (julho 2014) sentia que não ficava satisfeita com a maneira como eu mesma resumia uma referência à parapsicologia. Deduzi que meu "lado racional" precisava descansar. Uma pessoa comentou: que isso?... você acha que ficou maluca? Respondi que "nem tanto": apenas sentia necessidade de recorrer com menos frequencia ao controle racional de meus pensamentos.

Isso porque acreditava, até então, que o lado esquerdo do cérebro comanda os processos racionais, ou lógicos, e que o lado direito comanda os processos emocionais, ou analógicos. Esta declaração, porém, está desatualizada, pois hoje se conhece melhor o trabalho conjunto das diversas partes do cérebro, conforme relatado por Mary Silver, em "Epoch Times em Português"  (https://www.epochtimes.com.br/cientistas-fazem-novas-revelacoes-mito-cerebro-direito-esquerdo/#.VPziHPnF9Ch).

No entanto, sabemos por experiência que os  momentos de lazer nos ajudam a equilibrar melhor nossos sentimentos e atitudes, que algumas vezes ficam conflitados diante das incessantes demandas do mundo ao nosso redor! A propósito,  a "Inteligência Emocional", e seus diversos aspectos, é uma obra desenvolvida por Daniel Goleman, com profundas implicações para o autoconhecimento. Estes  são hoje considerados como componentes importantes de nossa personalidade e da forma como abordamos o mundo, e os nossos relacionamentos (Mônica F.B.Correia, 1997 www.scielo.br/pdf/epsic/v2n2/a14v02n2.pdf, http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_emocional).    

Mais tarde encontrei algumas referências aos eventos denominados "extra-sensoriais", como a telepatia, que demonstram que mesmo psiquiatras famosos hesitavam em definir estes fenômenos, embora houvesse algumas evidências de que eles podem ocorrer entre pessoas muito próximas, como parentes, e especialmente irmãos gêmeos (http://www.varchive.org/tpp/index.htm, e  http://www.varchive.org/tpp/similar.htm).
   
Naquela época eu procurava reunir evidências que concorressem para uma explicação científica sobre o modo como funcionam algumas terapias alternativas: como a meditação e as diversas formas de imposição das mãos. Em paralelo estava estudando algumas filosofias religiosas, tentando, talvez, encontrar "meu próprio centro". 

Como o respeitado filósofo japonês Mokiti Okada (http://pt.wikipedia.org/wiki/Mokiti_Okada) gostava de citar William James, e sua abordagem pragmática da vida, procurei conhecer melhor W. James (http://pt.wikipedia.org/wiki/William_James).

O psicólogo americano William James (1840 - 1910), em uma série de palestras sobre "Teologia Natural", das quais surgiu o livro "Variedades da Experiência Religiosa", 1902, aborda o tema da conversão, citando também o processo psicológico de "unificação da personalidade" (http://sacred-texts.com/etc/vre/index.htm)

Nas aulas IX e X, a respeito do processo de "conversão", menciona WIlliam James as investigações do Prof.Starbuck, que destacou as duas formas de processos mentais através dos quais ocorre a conversão religiosa: uma delas é consciente e voluntária, e a outra é involuntária e inconsciente.
 
Starbuck (conforme mencionado por W.James) as denominou: conversão volitiva, e conversão por auto-rendição (ou negação de si mesmo). Na forma volitiva parece haver maior participação da lógica, movida pela vontade; já na auto-rendição, o buscador da Luz Divina "se rende, ou desiste". Acredita que seu sofrimento não tem mais solução, e assim abandona o esforço para se converter. É justamente então que se dá o processo de conversão, de "renovação do ser", também denominado renascimento! Este processo equivale a, de repente, nos lembrarmos de uma palavra após haver desistido da tentativa de encontrá-la em nossa memória!

William James, como psicólogo, descreve o processo de conversão como o encontro de um novo, e mais confortável, "centro" para a personalidade da pessoa.

As idéias fluem melhor quando cansamos de tentar conduzi-las com rigidez!      


Dentre os ensinamentos budistas há uma etapa em que é preciso "se esforçar para não se esforçar"! (Dalai Lama,1935, O livro da felicidade: um guia prático aos estágios da meditação. Rio de Janeiro : Ediouro, 2004).

sábado, 3 de janeiro de 2015

Ano Novo:

Desejo a todos
      
                               um FELIZ 2015,

                                           ano situado entre a Copa do Mundo e as Olimpíadas
                                           ano em que há muitos feriados em dias de semana.

Quer planejar seus passeios? Sabe como surgiu o "dia do amigo"?

Há mais detalhes em:   

 http://www.calendarr.com/brasil/calendario-2015/

terça-feira, 4 de novembro de 2014


Plantando na varanda - Ciclo da vida:

Uma forma leve de recuperar o contato com a natureza é plantar temperos e hortaliças em casa. Vendo a salsinha e o alface crescerem, a salada fica mais gostosa.

Para molhar a planta em um vaso pequeno basta encher de água uma xícara "de cafezinho".

O vídeo a seguir apresenta o passo a passo da plantaçãozinha:
( https://www.youtube.com/watch?v=EIAc2O8VP9I )

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Crianças

O conceito de felicidade nos lembra de cenas infantis, desenhos animados, passeios no parque, etc.

Vejo a felicidade como uma espécie de retorno à infância: ocorre no momento em que não pensamos no antes, nem no depois.

É como começar a comer uma "banana split"...

Pat Feldman faz um interessante casamento entre alimentos, crianças e arte: http://pat.feldman.com.br/2009/05/29/fazer-arte-com-alimentos/


"Sunday in the Park with George" também eleva nossa alma: https://www.youtube.com/watch?v=x9DYgxxKyQ0

domingo, 6 de julho de 2014

Felicidade:

Queria escrever algo sobre parapsicologia e outros fenômenos intangíveis... Parece, porém, que o meu lado racional precisa descansar: não conseguia resumir as ideias que encontrei.

Acabei esbarrando com o tema da felicidade: aqui no Brasil, neste momento, parece que a felicidade é “sentir, agora, que todos somos um só”!!

Aqui está uma palestra pelo biólogo molecular Mathieu Ricard, que de tanto pesquisar se tornou budista! É uma série de três vídeos onde inicia explicando nossos estados mentais, e depois explica os resultados das medições realizadas com as ondas cerebrais de meditadores experientes:

https://www.youtube.com/watch?v=-4LAnsZmAXE

Neste vídeo mais completo, também legendado porém mais longo, ele explica vários resultados de pesquisas:

https://www.youtube.com/watch?v=2p6QPp6rts8

Gostou?


domingo, 4 de maio de 2014

A filosofia e a ciência:

Na década de 1970/80, quando me especializei nas áreas de Tecnologia e Ciência de Alimentos, já se dava destaque à polêmica sobre os efeitos da ciência e da tecnologia na vida do ser humano. Criaram-se os cursos da série “Ciência Tecnologia e Sociedade”, frequentei uma série de seminários sobre “O Alimento e o Homem”, e um curso sobre “A Qualidade dos Alimentos e a Proteção do Consumidor”, e assim comecei a ver o outro lado da medalha.
 Não se falava tão amplamente como hoje sobre poluição, mas a segurança dos equipamentos da agroindústria, e a proteção do consumidor já eram temas que exigiam atenção na área da tecnologia, e precisávamos estudar a nutrição humana mais a fundo, devido à então nova, legislação sobre a rotulagem dos alimentos industrializados. Na época se comentava muito sobre Ralph Nader, e seus famosos “Nader’s Raiders”, a repercussão de cujo trabalho é tratada no filme “Un Unreasonable Man”( http://www.pbs.org/independentlens/unreasonableman/raiders.html). A importância do livro da bióloga marinha Rachel Carson “A Primavera Silenciosa” está muito bem resumida na seguinte sinopse (http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3042918/primavera-silenciosa/):
“Raramente um único livro altera o curso da história, mas Primavera Silenciosa, de Rachel Carson, fez exatamente isso. O clamor que se seguiu à sua publicação em 1962 forçou a proibição do DDT e instigou mudanças revolucionárias nas leis que dizem respeito ao nosso ar, terra e água. A preocupação apaixonada de Carson com o futuro de nosso planeta reverberou poderosamente por todo o mundo, e seu livro eloquente foi determinante para o lançamento do movimento ambientalista. Este notável trabalho de Rachel Carson foi considerado em 2000, pela Escola de Jornalismo de Nova York, uma das maiores reportagens investigativas do século XX”.

Este tema me ocorreu quando lia “Sincrodestino” de Deepak Chopra (http://chileinteligente.cl/wp-content/uploads/chopra-deepak-sincronicidad-y-destino1.pdf), cujo título original é “Sinchrodestiny. Harnessing the Infinite Power of Coincidence to Create Miracles”, 2003 Deepak Chopra.
Na página 48 discorre sobre o envolvimento de estudiosos da física e da mente com a filosofia e a espiritualidade. Escreve ele:
“Se tivéssemos que entender física quântica para alcançar a iluminação, só os físicos quânticos conseguiriam. Curiosamente, os grandes pioneiros da física quântica também promoveram a causa do espírito ao questionar o significado mais profundo da vida. Entre estes notáveis cientistas está Wolfgang Puli, que junto com Carl Jung, foi o primeiro que falou de sincronicidade. Erwin  Schroedinger ,  Paul  Dirac,  Werner  Heisenberg,  Max  Planck,  David  Bohm  e John  Wheeler são outros que creram que a física quântica é inexplicável se não incluímos a consciência como um componente primário da realidade fundamental. Não obstante, não é necessário saber religião, filosofia ou ciência para elevar o espírito.”
Chopra passa, em seguida, a explicar os procedimentos e benefícios da meditação: “a meditação é um processo simples ainda que difícil de descrever, mas muito fácil de fazer desde que se comece a praticá-lo com regularidade”.  



sábado, 12 de abril de 2014

A ressonância e o coração da Terra:

Meditando e pensando neste tema olhei pela janela, para um morro ao longe, e vi a névoa matinal se erguendo. Lembrei que os orientais dizem que a Terra respira, e lá estava: o orvalho se vaporizava, subia, e se dissipava com o vento, como a nossa expiração que embaça o espelho no friozinho da manhã! Faço fisioterapia no jardim, estilo “home care”, e cada vez me encanto com as gotas de orvalho que brilham nas folhas da grama. Secam rapidamente, conforme o sol as aquece...

Pois bem, voltando à ressonância, e ligando a física e a ecologia. O fenômeno da ressonância é explicado na escola como o processo em que se baseia o emprego do diapasão para afinar instrumentos musicais. O instrumento afinado reduz a emissão de tons dissonantes, e se aproxima do tom fundamental em que o diapasão foi calibrado. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Batimentos).

A ressonância se manifesta onde há vibrações: um sistema tende a oscilar em amplitude máxima quando atinge certas frequências que correspondem à oscilação natural do sistema (http://pt.wikipedia.org/wiki/Resson%C3%A2ncia). Daí o fato de encontrarmos ressonância elétrica, acústica, orbital, magnética, química, e outras.

Segue-se um texto, levemente modificado,  do “Projeto Portal” (http://www.projetoportal.org.br/noticias/12-ciencia/32-entendendo-a-ressonancia-de-schumann.html ) que dá o que pensar:

Em 1952 o físico W.O. Schumann observou que um campo eletromagnético poderoso se forma entre o solo da Terra e a parte inferior da ionosfera (a cerca de 100 km acima do solo). Esse campo possui uma ressonância, hoje conhecida como Ressonância Schumann (RS). Era mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funcionava como uma espécie de marca-passo (frequência de base da Terra), sendo responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida.

Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz (Hz). Foi constatado empiricamente que não podemos ser saudáveis fora dessa frequência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas, submetidos à ação de um "simulador Schumann" recuperavam o equilíbrio e a saúde.

Essa medida já foi considerada constante e comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor dessa frequência.

Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que, a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a frequência passou de 7,83 para 11 e atualmente está acima de 13 Hz. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros.

O restante do texto explica, ainda, que este tipo de fenômeno costuma preceder a inversão do magnetismo polar!  


No entanto, fiquei comovida ao saber que a Terra também se comporta como ser vivo. 

sábado, 29 de março de 2014

Salto quântico:

O termo “quântico” soa misterioso: coisa de cientista... Mecânica quântica, física quântica, química quântica, e até coerência quântica na biologia!(http://en.wikipedia.org/wiki/Coherence_(physics), http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_biology)

Max Planck deu início à teoria quântica em 1900 ao observar que: quando os elétrons de uma substância recebem energia, eles “saltam”, mudando de nível energético em quantidades proporcionais a um valor constante, a que deu o nome de “quantum”.  

A equação E=h.n indica que a energia do elétron na nova órbita é proporcional a sua frequência vibratória. 

Quando os elétrons voltam a seus níveis energéticos normais (ou seja, a suas órbitas originais) eles emitem raias de luz colorida, cujos comprimentos de onda são característicos da substância que foi aquecida.

 A constante de proporcionalidade, expressando a energia em elétron-volts, é:
h = 4,136.10-15 eV.s que hoje se denomina “constante de Planck”

Planck investigava as raias coloridas emitidas pelos metais quando aquecidos, e postulou que a radiação eletromagnética é emitida em unidades discretas de energia (http://www.coladaweb.com/fisica/fisica-nuclear/constante-de-planck).

Desta forma explicou a emissão de raias cujas cores são características de cada substância aquecida.